pretas potências em movimento

Instagram

Blog

Pílula de Cultura Feira Preta Hip-Hop em Rede

O Instituto Feira Preta, em parceria com o movimento cultural Wapi Brasil, Clube do Rap e diversos personagens atuantes  Hip-Hop da Cidade de São Paulo, promoverá, no dia 17 de julho, a partir das 16h, a edição Pílula de Cultura Hip Hop em Rede.

O objetivo é realizar uma programação dedicada ao hip-hop produzido em rede e de forma colaborativa com coletivos que desenvolvem ações artísticas e sociais em suas comunidades.

Para essa edição, o tema da Roda de conversa é “A importância da mulher no Hip Hop para a vida de um MC”, e contará com apresentações artísticas, debates, além da exposição visual WAPI BRASIL “Eu Africanizo São Paulo”e apresentação da Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop . A proposta central do evento é gerar reflexão sobre o movimento Hip-Hop  que cada vez mais é articulado em rede e de forma colaborativa.

As provocações do organizador do Clube do Rap James Lino, intervenção das Mc´s Camila Sobrinho e Amanda Negrasim fazem parte da Roda de Conversa.

Pocket shows com Mc Rincon Sapiência, Mc D’na Hill e Banda Aláfia com participação especial de Panikinho (Hip-Hop de Câmara) e Machado Saruê (Saruê Zambi). Nas pick ups discotecagem com Dj Roger e Dj Naves. E mais, oficina de customização com Ziza e Barbara Pina, expositores do Coletivo Aláfia, Colaí e Feira Preta.

O comando do evento contará com a apresentação do MC Max DMN.

O evento vem contribuir com um conjunto de iniciativas interligadas uns aos outros a fim de fortalecer suas ações e é realizado em parceria com a Casa das Caldeiras e Centro Cultural da Espanha em São Paulo, da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento promovem um espaço de fortalecimento e difusão das manifestações relacionadas á cultura Hip-Hop.

A Casa das Caldeiras fica localizada na Av. Francisco Matarazzo, 2000 – Barra Funda.

As Pílulas de Cultura Feira Preta realizam roda de conversa sobre um determinado tema

Comente: 1

  • Nome

    Responder 19 de julho de 201100:30

    estive na pílula preta e me senti envergonhada por algumas irmãs negras… discursos racistas, fragmentados, sem base histórica e alguns pessoais. precisamos ter e lutar por nossa identidade negra, mas não é falando mal das irmãs brancas. temos que lutar pelos nossos direitos de mulheres, da periferia e não empacar nos discursos racistas com falta de conteúdo.

Deixe uma resposta